Sunday Type: paragraph type

An exceptionally hectic week meant foregoing the usual mid-week post. Hopefully back to normal now, and I can finish the next instalment of the Type History series, Why Type Matters, and more. OK, sit back, relax and enjoy. First up is some beautifully photographed found type. Richard Roche has scoured the Web for the very best found type photos. This stunning shot was taken by David John Earls:

found type

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Sunday Type: typesetting type

Questionable Type

First, thanks to Kris Sowersby for his wonderful review of FF Balance. It certainly had me looking at that particular type in a fresh light. Today, we have quite a hefty Sunday Type, so let’s get started. A couple of weeks ago I posted an illustration of ten asterisks. Today, we have the humble question mark.

question marks

No one is quite sure how the present form came to be. Some believe that It originated from the Latin abbreviation for question, Qo, where the Q was written above the o. Continue reading this article

Typeface Review: FF Balance

By Kris Sowersby

The late  Evert Bloemsma created four of the most original, hard-working and forward-thinking typefaces in the history of type design. In order of creation, these are  FF Balance (1993),  FF Cocon (1998/2001),  FF Avance (2000), and  FF Legato (2004), all released under the FontFont label. As good as they all are, I shall be concentrating on his first. 

FF Balance 4 weights

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Sunday Type: Ale Paul type

In the Beginning

Welcome to this week’s roundup of what’s hot in type. Before I get started, I’m thinking of renaming Sunday Type to something like This Week in Type (a nod to my favourite tech show, This Week in Tech, perhaps). Work commitments sometimes make it difficult to publish every week on a Sunday, so I’m trying to come up with a title that is not day-specific. Perhaps you have some of your own suggestions?

Let’s start with some beautiful lettering in the form of versals or initial capitals. I’m a big fan of them, and Pascal’s article demonstrates how they can be achieved using a little CSS (if only initial capitals were as easy on the web as they are in InDesign).

versals, initial caps

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A Brief History of Type

Part Four: Modern (Didone)

In the previous installment of this series, we took a closer look at Transitional style typefaces, so-called because they mark a transition from the former Old Style types—epitomized by Baskerville—and the subject of today’s brief history, the Moderns, also known as Didone (the terms Modern and Didone are used synonymously throughout this article).

Baskerville’s types, compared with their Old Style (or Garalde) predecessors, are marked by high contrast between thick and thin strokes, so much so that one commentator declared Baskerville was “blinding the nation.” The Moderns or Didones take this contrast to further extremes (just about as far as one can take them).

The first Modern typeface is attributed to Frenchman Firmin Didot (son of François-Ambroise Didot), and first graced the printed page in 1784. His types were soon followed by the archetypal Didone from Bodoni. The Italian type designer, punchcutter and printer Giambattista Bodoni (what a great name! [1740-1813]) drew his influence from the Romains du Roi (with its flat, unbracketed serifs) and the types of John Baskerville (high contrast), for whom he showed great admiration.

Bodoni Manuale Tipografico

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Sunday Type

Adrian Frutiger turned 80 this week. I’m sure you’d like to join me in wishing him many happy returns. In fact LinoType has a page where you can leave him birthday greetings. I’d like to begin by thanking Stefan for the wonderful interview, and thank all those who read and commented. I’ll be sure to let you know when Stefan releases his next typeface. Perhaps we can have him introduce it to us.  If there’s someone you’d like to see interviewed by iLT, then let me know.

If you like ampersands, then I guess you might like The Ampersand, a web site devoted to…wait for it…

ampersad ampe

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Face to Face

An Interview With Stefan Hattenbach

Stefan Hattenbach started designing typefaces in 1996. In 2003, he established his own independent foundry and design studio, MAC Rhino Fonts (MRF). Proud A.S. Roma supporter and father of two, Stefan works his magic from a studio in the beautiful city of Stockholm.

What do you love about designing type?

Oh many things. One is the challenge of getting the details to work, but at the same time contribute to the overall style of the typeface.

anziano type sketches

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Sunday Type: community type

The Ten-Gallon Hat

First i would like to thank Mark Otto for iLT’s new menu (the one above the masthead). Thanks also to Hamish who raised the whole issue over at TypeSites. I’m thrilled that iLT readers are contributing in this way, so thanks. In the coming weeks I’ll be making some other minor changes to the site: tidying-up the sidebar, and generally making things easier to find.

Let’s begin with a versal or initial capital. The whole point being that it easily marks where the reader should begin reading. On a busy page, it’s especially useful. There are many forms; here is the mother of all raised or elevated caps courtesy of Circular Magazine from the Typographic Circle.

elevated cap from Circular magazine

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eXtreme Type Terminology

Part 5:  Diminuendo, and the Future—by Paul Dean

A TYPOGRAPHIC TRADITION since Roman times, diminuendo is a type arrangement in which a large letter or word leads the eye, gradually, to smaller and smaller words until a standard text size is established. An abbreviated diminuendo is still seen today in the initial cap or large single letter that is sometimes used to lead the reader into a chapter of a book or a section of an article. Continue reading this article

Então Você Quer Criar uma Fonte. Parte 1

Por Alec Julien

Então você é um designer brilhante, um mestre calígrafo, e aprendeu tudo sobre serifas, sidebearings e kerning. Agora quer criar sua própria fonte. (O quê! Você não aprendeu tudo sobre serifas, sidebearings e kerning? Bem, certifique-se de ler todos os artigos no iLT antes de embarcar na criação de fontes! Você vai precisar de todo o conhecimento quer puder obter se planeja ser bem sucedido! E se você não é um designer brilhante ou um mestre calígrafo, bem, não se preocupe—você ainda pode criar algumas fontes lindas com um pouco de trabalho duro, muito conhecimento e uma inspiraçãozinha.)

O Principal: Software de Edição de Fontes

Todo o design brilhante, trabalho caligráfico preciso e conhecimento profundo não vão significar nada se você não puder traduzir seu trabalho num formato amigável ao computador, e é por isso que você vai precisar de um bom software editor de fontes a sua disposição. Softwares de edição de fontes vêm numa variedade de potências e preços, e funcionam em muitas plataformas. Os principais são listados abaixo:

Programas de Edição de Fontes

  • FontLab Studio é o que eu uso para fazer minhas fontes. É mais ou menos o padrão da indústria e, como tal, não é exatamente barato, custando US$ 649,00. Um trial de 30 dias está disponível, se você quiser testar antes de comprar. Ele está disponível tanto para PC quanto para Mac. Eu usei o FontLab Studio bastante, e posso garanti-lo por sua excelência e pelo entusiasmo da comunidade de usuários.
  • FontForge cupostamente pode fazer tudo o que o FontLab faz, e é gratuito e de código aberto. Mas instalar o FontForge (ao menos no Windows) não é algo muito simples (você vai precisar instalar o Cygwin primeiro). Além disso, o programa não é tão bem documentado quanto o FontLab. Houve uma discussão interessante recentemente no Typophile sobre o FontForge que você pode querer ler se pensa em entrar na onda open source. O FontForge está disponível para PC, Mac e Linux. (Se você é usuário do Linux, o FontForge é mais ou menos sua única opção.)
  • Para aqueles rolando em dinheiro, o DTL FontMaster pode fazer tudo o que o FontLab faz, e mais, porém é bem caro. O FontMaster vem em sete módulos diferentes, o que eu acho ao mesmo tempo legal e assustador. Está disponível para PC e Mac.
  • FontCreator é outra opção, mais acessível que o FontLab. O programa só funciona com fontes TrueType e OpenType—nada de fontes Type 1—e é só para Windows.
  • O TypeTool da FontLab é um produto mais básico na mesma linha do FontCreator. A empresa diz que o TypeTool é “para estudantes, tipógrafos amadores e profissionais criativos que precisam criar ou customizar fontes ocasionalmente”. PC e Mac.
  • O rei original dos softwares de edição de fontes é o Fontographer, que caiu num purgatório de não desenvolvimento por anos até que a FontLab comprou o código e atualizou-o recentemente para o Mac. A última versão estava mesmo mostrando sua idade já no fim dos anos 1990, então espero que a FontLab tenha reescrito o código profundamente para esta nova versão. Ele custa metade do preço do FontLab Studio, mas não posso garantir sua nova interface de usuário, não a tendo testado. O Fontographer está disponível para PC e Mac, mas só usuários do Mac têm a última versão.

Todos esses programas operam sobre os mesmo princípios, diferindo em detalhes, interface e níveis de opções e potência. Então faça uma pesquisa antes de comprar—baixe e teste alguns demos, leia as críticas e debates de outros criadores de fontes por aí e calcule qual editor de fontes funciona melhor para você. Eu li que o caminho que alguns tomam é começar com o TypeTool, ver se essa história de criar fontes é algo que elas realmente amam, e então finalmente avançar para o FontLab Studio quando as limitações do TypeTool se tornam um problema.

Quando você tiver um bom programa de edição de fontes, existem três rotas básicas para se criar uma fonte.

Método 1: Desenhe no Papel

Ferramentas que você vai precisar

  • Uma boa caneta
  • Papel bom
  • Régua (opcional)
  • Scanner
  • Adobe Photoshop (ou um software de edição de imagem similar)
  • ScanFont
  • Software de edição de fontes de sua escolha

Você é criativo? Tem uma letra legal? Bem, pegue uma boa caneta, uma pilha de papel bom e comece a desenhar seu alfabeto. (Não subestime a escolha da caneta. Sua fonte vai ser grossa e suculenta? Tente usar uma Sharpie. Ou vai ser caligráfica? Ataque seu conjunto de canetas caligráficas. Ela será fina e delicada? Escolha uma caneta de ponta fina e alta precisão para o seu trabalho.) Desenhe grande, para que haja muitos detalhes na captura, e tenha certeza que seus caracteres têm a altura apropriada (você pode querer adicionar linhas métricas a lápis no papel antes de começar). Não esqueça de desenhar todos os caracteres que uma boa fonte precisa! Isso quer dizer: pontuação, tis, acentos, parênteses, colchetes e numerais. Você também vai querer incluir alguns caracteres obscuros como thorn e eth. Crie uma nova fonte em seu editor de fontes antes de pôr a caneta no papel e veja a tabela padrão de glifos que ele apresenta. Vai ter caracteres que você nunca ouviu falar, mas existem tipógrafos por aí que vão esperar ver esses caracteres na sua fonte!

Digitalize seu belo trabalho no Photoshop e então transforme suas imagens em bitmap (preto e branco—nada de tons de cinza).

Quase lá. Abra sua imagem em bitmap no ScanFont da FontLab. Esse programinha esperto (que vem incluído como parte da versão Mac do FontLab Studio—usuários Mac sortudos!) lhe permite pegar imagens em bitmap e convertê-las em glifos de fonte. (Programas de edição de fontes trabalham com curvas, que são basicamente vetores como os usados no Illustrator. Scanners e programas como o Photoshop trabalham com bitmaps. O ScanFont faz uma ponte entre essas duas mídias.) Quando completar essa parte, você pode tanto salvar sua fonte no ScanFont quanto copiar os glifos individuais do ScanFont para o FontLab Studio. (Ei, ninguém disse que ia ser fácil!) E quando tiver todos os seus glifos no FontLab, pode começar o longo, árduo e divertido processo de editar sua fonte até a perfeição!

Método 2: Desenhe num Tablet

Ferramentas que você vai precisar

Você pode pular muitos dos passos acima ao usar um tablet da Wacom para desenhar os glifos da sua fonte diretamente num programa gráfico como o Adobe Illustrator. O FontLab Studio, por sua vez, permite copiar e colar direto do Illustrator. Uma coisa legal sobre usar o Illustrator para desenhar seu alfabeto é que você tem uma grande variedade de pincéis para escolher, então pode mudar o estilo do seu alfabeto inteiro com alguns cliques no mouse. Algo que eu descobri é que, por melhor que seja a tecnologia de tablets, não há realmente um substituto para caneta e papel—um alfabeto desenhado num tablet vai ser diferente do mesmo alfabeto desenhado no papel.

Método 3: Desenhe no seu Software de Edição de Fontes

Ferramentas que você vai precisar

  • Mouse
  • Software de edição de fontes de sua escolha
  • A mão firme e a paciência de uma divindade

Eu criei algumas fontes inteiramente no FontLab Studio, só com meu mouse, uma mão firme e uma quantidade saudável de apelações ao comando Desfazer. Isso com certeza pode ser feito, e você pode gerar fontes mais precisas desse modo, em vez de desenhar seus glifos fora do editor de fontes e depois importá-los. Existem, como você pode esperar, montes de ferramentas nos programas de edição de fontes que são direcionadas a esse processo: ferramentas que geram linhas retas ou curvas perfeitas e guias que lhe ajudam a alinhar tudo com altíssima precisão.

Na Próxima…

Agora você tem as ferramentas do negócio, o desejo de criar uma fonte e a idéia básica do processo envolvido. É claro, o diabo está nos detalhes. Na próxima parte vou tratar de alguns detalhes na criação e edição de fontes. Fiquem ligados para a parte dois.

[Alec Julien é um web developer e tipógrafo amador que vive em Vermont, Estados Unidos. Sonha em morar num lugar quente algum dia e em diagramar um romance.]

Translated by Felipe Dário.


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