I Love Typography

Face to Face

An Interview With Stefan Hattenbach

Stefan Hattenbach started designing typefaces in 1996. In 2003, he established his own independent foundry and design studio, MAC Rhino Fonts (MRF). Proud A.S. Roma supporter and father of two, Stefan works his magic from a studio in the beautiful city of Stockholm.

What do you love about designing type?

Oh many things. One is the challenge of getting the details to work, but at the same time contribute to the overall style of the typeface.

anziano type sketches

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Sunday Type: community type

The Ten-Gallon Hat

First i would like to thank Mark Otto for iLT’s new menu (the one above the masthead). Thanks also to Hamish who raised the whole issue over at TypeSites. I’m thrilled that iLT readers are contributing in this way, so thanks. In the coming weeks I’ll be making some other minor changes to the site: tidying-up the sidebar, and generally making things easier to find.

Let’s begin with a versal or initial capital. The whole point being that it easily marks where the reader should begin reading. On a busy page, it’s especially useful. There are many forms; here is the mother of all raised or elevated caps courtesy of Circular Magazine from the Typographic Circle.

elevated cap from Circular magazine

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eXtreme Type Terminology

Part 5:  Diminuendo, and the Future—by Paul Dean

A TYPOGRAPHIC TRADITION since Roman times, diminuendo is a type arrangement in which a large letter or word leads the eye, gradually, to smaller and smaller words until a standard text size is established. An abbreviated diminuendo is still seen today in the initial cap or large single letter that is sometimes used to lead the reader into a chapter of a book or a section of an article. Continue reading this article

Então Você Quer Criar uma Fonte. Parte 1

Por Alec Julien

Então você é um designer brilhante, um mestre calígrafo, e aprendeu tudo sobre serifas, sidebearings e kerning. Agora quer criar sua própria fonte. (O quê! Você não aprendeu tudo sobre serifas, sidebearings e kerning? Bem, certifique-se de ler todos os artigos no iLT antes de embarcar na criação de fontes! Você vai precisar de todo o conhecimento quer puder obter se planeja ser bem sucedido! E se você não é um designer brilhante ou um mestre calígrafo, bem, não se preocupe—você ainda pode criar algumas fontes lindas com um pouco de trabalho duro, muito conhecimento e uma inspiraçãozinha.)

O Principal: Software de Edição de Fontes

Todo o design brilhante, trabalho caligráfico preciso e conhecimento profundo não vão significar nada se você não puder traduzir seu trabalho num formato amigável ao computador, e é por isso que você vai precisar de um bom software editor de fontes a sua disposição. Softwares de edição de fontes vêm numa variedade de potências e preços, e funcionam em muitas plataformas. Os principais são listados abaixo:

Programas de Edição de Fontes

  • FontLab Studio é o que eu uso para fazer minhas fontes. É mais ou menos o padrão da indústria e, como tal, não é exatamente barato, custando US$ 649,00. Um trial de 30 dias está disponível, se você quiser testar antes de comprar. Ele está disponível tanto para PC quanto para Mac. Eu usei o FontLab Studio bastante, e posso garanti-lo por sua excelência e pelo entusiasmo da comunidade de usuários.
  • FontForge cupostamente pode fazer tudo o que o FontLab faz, e é gratuito e de código aberto. Mas instalar o FontForge (ao menos no Windows) não é algo muito simples (você vai precisar instalar o Cygwin primeiro). Além disso, o programa não é tão bem documentado quanto o FontLab. Houve uma discussão interessante recentemente no Typophile sobre o FontForge que você pode querer ler se pensa em entrar na onda open source. O FontForge está disponível para PC, Mac e Linux. (Se você é usuário do Linux, o FontForge é mais ou menos sua única opção.)
  • Para aqueles rolando em dinheiro, o DTL FontMaster pode fazer tudo o que o FontLab faz, e mais, porém é bem caro. O FontMaster vem em sete módulos diferentes, o que eu acho ao mesmo tempo legal e assustador. Está disponível para PC e Mac.
  • FontCreator é outra opção, mais acessível que o FontLab. O programa só funciona com fontes TrueType e OpenType—nada de fontes Type 1—e é só para Windows.
  • O TypeTool da FontLab é um produto mais básico na mesma linha do FontCreator. A empresa diz que o TypeTool é “para estudantes, tipógrafos amadores e profissionais criativos que precisam criar ou customizar fontes ocasionalmente”. PC e Mac.
  • O rei original dos softwares de edição de fontes é o Fontographer, que caiu num purgatório de não desenvolvimento por anos até que a FontLab comprou o código e atualizou-o recentemente para o Mac. A última versão estava mesmo mostrando sua idade já no fim dos anos 1990, então espero que a FontLab tenha reescrito o código profundamente para esta nova versão. Ele custa metade do preço do FontLab Studio, mas não posso garantir sua nova interface de usuário, não a tendo testado. O Fontographer está disponível para PC e Mac, mas só usuários do Mac têm a última versão.

Todos esses programas operam sobre os mesmo princípios, diferindo em detalhes, interface e níveis de opções e potência. Então faça uma pesquisa antes de comprar—baixe e teste alguns demos, leia as críticas e debates de outros criadores de fontes por aí e calcule qual editor de fontes funciona melhor para você. Eu li que o caminho que alguns tomam é começar com o TypeTool, ver se essa história de criar fontes é algo que elas realmente amam, e então finalmente avançar para o FontLab Studio quando as limitações do TypeTool se tornam um problema.

Quando você tiver um bom programa de edição de fontes, existem três rotas básicas para se criar uma fonte.

Método 1: Desenhe no Papel

Ferramentas que você vai precisar

  • Uma boa caneta
  • Papel bom
  • Régua (opcional)
  • Scanner
  • Adobe Photoshop (ou um software de edição de imagem similar)
  • ScanFont
  • Software de edição de fontes de sua escolha

Você é criativo? Tem uma letra legal? Bem, pegue uma boa caneta, uma pilha de papel bom e comece a desenhar seu alfabeto. (Não subestime a escolha da caneta. Sua fonte vai ser grossa e suculenta? Tente usar uma Sharpie. Ou vai ser caligráfica? Ataque seu conjunto de canetas caligráficas. Ela será fina e delicada? Escolha uma caneta de ponta fina e alta precisão para o seu trabalho.) Desenhe grande, para que haja muitos detalhes na captura, e tenha certeza que seus caracteres têm a altura apropriada (você pode querer adicionar linhas métricas a lápis no papel antes de começar). Não esqueça de desenhar todos os caracteres que uma boa fonte precisa! Isso quer dizer: pontuação, tis, acentos, parênteses, colchetes e numerais. Você também vai querer incluir alguns caracteres obscuros como thorn e eth. Crie uma nova fonte em seu editor de fontes antes de pôr a caneta no papel e veja a tabela padrão de glifos que ele apresenta. Vai ter caracteres que você nunca ouviu falar, mas existem tipógrafos por aí que vão esperar ver esses caracteres na sua fonte!

Digitalize seu belo trabalho no Photoshop e então transforme suas imagens em bitmap (preto e branco—nada de tons de cinza).

Quase lá. Abra sua imagem em bitmap no ScanFont da FontLab. Esse programinha esperto (que vem incluído como parte da versão Mac do FontLab Studio—usuários Mac sortudos!) lhe permite pegar imagens em bitmap e convertê-las em glifos de fonte. (Programas de edição de fontes trabalham com curvas, que são basicamente vetores como os usados no Illustrator. Scanners e programas como o Photoshop trabalham com bitmaps. O ScanFont faz uma ponte entre essas duas mídias.) Quando completar essa parte, você pode tanto salvar sua fonte no ScanFont quanto copiar os glifos individuais do ScanFont para o FontLab Studio. (Ei, ninguém disse que ia ser fácil!) E quando tiver todos os seus glifos no FontLab, pode começar o longo, árduo e divertido processo de editar sua fonte até a perfeição!

Método 2: Desenhe num Tablet

Ferramentas que você vai precisar

Você pode pular muitos dos passos acima ao usar um tablet da Wacom para desenhar os glifos da sua fonte diretamente num programa gráfico como o Adobe Illustrator. O FontLab Studio, por sua vez, permite copiar e colar direto do Illustrator. Uma coisa legal sobre usar o Illustrator para desenhar seu alfabeto é que você tem uma grande variedade de pincéis para escolher, então pode mudar o estilo do seu alfabeto inteiro com alguns cliques no mouse. Algo que eu descobri é que, por melhor que seja a tecnologia de tablets, não há realmente um substituto para caneta e papel—um alfabeto desenhado num tablet vai ser diferente do mesmo alfabeto desenhado no papel.

Método 3: Desenhe no seu Software de Edição de Fontes

Ferramentas que você vai precisar

  • Mouse
  • Software de edição de fontes de sua escolha
  • A mão firme e a paciência de uma divindade

Eu criei algumas fontes inteiramente no FontLab Studio, só com meu mouse, uma mão firme e uma quantidade saudável de apelações ao comando Desfazer. Isso com certeza pode ser feito, e você pode gerar fontes mais precisas desse modo, em vez de desenhar seus glifos fora do editor de fontes e depois importá-los. Existem, como você pode esperar, montes de ferramentas nos programas de edição de fontes que são direcionadas a esse processo: ferramentas que geram linhas retas ou curvas perfeitas e guias que lhe ajudam a alinhar tudo com altíssima precisão.

Na Próxima…

Agora você tem as ferramentas do negócio, o desejo de criar uma fonte e a idéia básica do processo envolvido. É claro, o diabo está nos detalhes. Na próxima parte vou tratar de alguns detalhes na criação e edição de fontes. Fiquem ligados para a parte dois.

[Alec Julien é um web developer e tipógrafo amador que vive em Vermont, Estados Unidos. Sonha em morar num lugar quente algum dia e em diagramar um romance.]

Translated by Felipe Dário.

Sunday type: crossword type

Fraktur Mon Amour

Before I begin, I’d like to thank all those who helped me fix a problem with some of my posts not displaying. Special thanks to Travis and also to Michael over at WP Candy. And all on Twitter. If you haven’t used Twitter, then I recommend it.

Let’s get started with Brand Tags, a simple, great idea from Noah Brier. Look at the brand and enter the first word that comes into your head. The collective results are displayed as a tag cloud: Continue reading this article

15 Great Examples of Web Typography

Quarter 2, 2008

Welcome to iLT’s second-quarter roundup of sites that use type well. It may be that not all the sites listed here are to your taste, but it’s hoped that something—even a detail somewhere—will inspire you. Invariably, these lists are subjective, so if you disagree, then feel free to do so in the comments below. If this list provokes discussion of what constitutes good web typography, then all the better. The designs are listed in no particular order. Click on the screen-shot to visit the site. Enjoy!

Designing the News

High contrast between header and main content area, lots of white space and well organised.

Designing the News

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Sunday Type: mirror type

Don’t Command I ⌘ B

Welcome to May’s first Sunday Type. Yes, it’s May already! First is this great poster found via the equally great Designer Daily. The lower version is the poster as viewed in a mirror (or flipped horizontally in PhotoShop). A nice idea:

cyrillic mirror

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Face to Face

An Interview With Nadine Chahine

Nadine Chahine is an incredibly talented Lebanese type designer with a very special interest in Arabic typography. She taught Arabic type design as a visiting lecturer at the American University in Dubai and then joined Linotype, Germany, where she is now in charge of Sales Marketing and Arabic-related projects. As of September 2007 she is also a PhD candidate and her topic is legibility studies for the Arabic script.

nadine chahine

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Sunday Type: smoking type

A Font a Day Keeps the Doctor Away?

It feels as though someone stole Wednesday and Thursday. Anyway, not much that can be done about that. Let’s get things rolling on a lighter note. Typophile, holds a great themed competition—or battle—each week. This week’s is one that anyone can have a go at:

Garamond and Zebrawood walk into a bar, they have a few drinks and one thing leads to another…. Create from scratch, the typographic love child of: Garamond and Zebrawood.

Just click on over to Typophile to get involved. And still on a lighter note, this rather unfortunate logo for the UK’s Office of Government Commerce. Be sure to rotate your logo designs before submitting to the client!

No comment. Via typographer.org.

Font Game Update

I’m pleased to announce that after a lot of hard work (on Kari’s part), the hugely popular Rather Difficult Font Game is now hosted on iLT.

Kari has some great plans for the game, including expanding the number of typefaces. Oh, and there’s an iPhone version too. 
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eXtreme Type Terminology

“The very air of the room seemed charmingly alive with little floating dollar signs and fat little ciphers, commas, more ciphers, all winging around happily, waiting for a mere scratch of the pen to call them into action.”
—Dawn Powell, Angels on Toast, 1938.

The Roman alphabet came equipped with its own numbering system, and Roman numerals still have their uses. They are commonly seen, for instance, on clock faces, in movie credits, and on the pages of a book which precede the introduction and the text itself. The letters M D C L X V and I, used in combination and sometimes with a bar over the letter, Roman numerals can signify all whole or natural numbers. Well, everything but zero (0). The zero was invented in India, and it has maintained the same form, generally a circle but sometimes just a dot, ever since.

Roman numerals

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Sunday Type: matrix type

Not Starring Keanu Reaves

Welcome to iLT’s 100th post. Thanks to everyone who sent in questions and who read and commented on my interview with Jos Buivenga. Also, thanks to Jos for being such a good sport, and taking the time out of his busy schedule to answer our questions. I’ll be sure to keep you updated on the man from exljbris.

First, a rather nice combination—food and type. And what a name! I introduce to you (deep breath) the gastorotypographicalassemblage:

gastrotypoassemblage

Thanks to Lauren for the link.

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Face to Face

When it comes to type, some great things have come out of Arnhem in the Netherlands. Jos Buivenga is no exception. Art Director and type designer, well-known for his quality free fonts, Jos is quite a talent, and has quite a passion for type. After numerous requests from readers, I finally got around to interviewing the man behind exljbris.

Why do you design typefaces?

It has grown on me. It’s now more or less like breathing to me. I can’t help it. I just want to do it. It allows me to be highly involved—or even lose myself—in a creative process. That’s the most important thing in my life. I’ve had similar experiences with painting and writing short stories, but it doesn’t come close to designing type. I’ve taught myself and still have lots to learn but I hope to improve with every typeface I make.

sketch

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